Queimadura solar

Ter pele e cabelos claros, estar em montanhas ou praias e tomar certos tipos de medicamentos aumentam as chances de queimadura solar. Mas não se iluda, em dias nublados também é possível se queimar, pois os raios ultravioletas atravessam as nuvens. Os sintomas aparecem após 3 a 5 horas iniciando com vermelhidão, que piora durante o período de 12 a 24 horas. Além disso também ocorre dor, ardência, inchaço local e muito incômodo. Alguns dias depois há a descamação e prurido. Nos casos mais severos há formação inclusive de bolhas.
As causas podem ser diversas: permanência prolongada ao sol, o não uso de filtro solar, alguns remédios (antibióticos e isotretinoína) e substâncias (limão, frutas e perfumes).
As principais consequências são rugas, envelhecimento precoce e aumento da chance de desenvolvimento de câncer de pele – recente estudo revelou que mulheres que tiveram pelo menos cinco queimaduras solares com bolhas durante a adolescência tinham maior chance de desenvolver qualquer tipo de câncer de pele, com risco maior para melanoma.
Ter sofrido queimadura de sol grave na infância ou adolescência, aumenta o risco de aparecimento de câncer de pele mais tarde. Portanto é muito importante que os pais evitem as queimaduras e exposição solar crônica em seus filhos!
Após uma queimadura solar o tratamento apenas alivia os sintomas, mas não há como reverter os danos causados à pele. Algumas medidas que podem ser tomadas: banhos e compressas frias com camomila, evitar uso de sabonete que pode agredir e ressecar a pele, beber muita água e aplicar um bom creme hidratante. Obviamente evite exposição solar por um tempo, pois a pele encontra-se sensível. Não estoure as bolhas ou puxe a pele descascada e caso apareça bolhas ou intensa vermelhidão por todo o corpo e febre, procure um médico, pois grandes queimaduras podem causar desidratação e choque.
Da próxima vez não esqueça de se proteger, mesmo em dias nublados!