Perdemos o tio Glênio

Dentre as centenas e centenas de manifestações de músicos, jornalistas, ouvintes e admiradores, selecionei apenas esta – de Cattulo de Campos -que sintetiza o que todos nós sentimos:
“Nunca esperei tanto por um 31 de dezembro quanto desta vez. Vaza, 2014! Chega! Não leva mais ninguém, por favor!
O certo é que não realizarei o sonho de ouvir, na Rádio Gaúcha, após a vinheta do Catuípe “quem vem agora é o Glênio Reis”, no início do seu Sem Fronteiras, “aqui onde a mediocridade não tem vez”, o Glênio dizendo: “E recebi de bom grado este trabalho, um CD do Grupo Cordas & Rimas, que agora compartilho com vocês ouvintes” …
… É, não terei essa chance. Mas vou continuar fazendo música inspirado nele, no seu saber e brilho. Tristeza para quem ama rádio. Tristeza para quem ama música.
Vai em paz, Glênio Reis, sem fronteiras!

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