É no girar da cambalhota que o vento se faz sim Na visão cabeça para baixo a adaga que espanta o ruim No correr, no sorriso no andar do balanço na praça Nos tesouros do dindo pirata no brinquedo que é feito de lata Nos abraços de olhar sincero Na fuga de quero-quero e na ruga felicidade da Vó Carrinhos puxados ao nó do Avô criador de sonhos... Ser criança é o que proponho Para tudo novamente aprender Dormir sabendo que alguém estará aqui à nos proteger.