A ONU e a PAZ no MUNDO

Como sabemos, após a 2ª Guerra Mundial, de 1939 a 1945, na esperança de soluções positivas, de não guerras, os países da comunidade mundial criaram a ONU – Organização das Nações Unidas, em 26 de junho de 1945. As Nações Unidas propuseram-se manter e consolidar a PAZ entre os povos, desenvolvendo entre eles, relações amistosas fundadas nos princípios de igualdade, de respeito mútuo em cooperação multiforme em todos os setores da atividade humana. Como sabemos também, um dos seus primeiros atos, de grandiosidade e importância, foi a Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em Assembléia Geral, em 10 de dezembro de 1948. Esta declaração, tinha e tem em vista a paz entre os povos do mundo, salvaguardando as respectivas liberdades das nações e os direitos individuais da pessoa e garantia de uma vida digna no bem moral e de justiça.
Já se passaram 70 anos da existência da ONU, completado este ano. Sabemos que a ONU pouco tem conseguido ao longo destas sete décadas. As guerras tem se multiplicado pelo mundo, no ataque ao anti-terrorismo pelo ódio e pelo poder. Como entender este ódio fundamentalista religioso, pois o islamismo não faz terrorismo não prega o terror nem o ódio. O povo islâmico foge para outros países como sabemos. O terrorismo do ódio e do poder não dialoga, ataca na guerra, no terror e na morte. É triste assistir o ataque terrorista na sexta-feira 13 à bela cidade luz berço da cultura e da civilização, todos amamos Paris.
A luta pela justiça e pela paz é cada vez mais urgente. Estamos todos comprometidos nesta luta.
No próximo 8 de dezembro se encerrará o cinquentenário do Concilio Ecumênico Vaticano II, promovido pelo Papa João XXIII, seguido pelo Papa Paulo VI.
A preocupação especial de João XXIII pela paz no mundo é destacada em sua última Carta Encíclica dois meses antes de sua morte na Páscoa de 1963. Era a Pacem in Terris – Paz na Terra.
João XXIII destaca os sinais dos tempos na construção da Paz. Em um dos trechos da carta diz:
“Esta paz, peçamo-la com ardentes preces ao Redentor que no-la trouxe. Afaste Ele dos corações dos homens quanto pode pôr em perigo a paz e os transforme a todos em testemunhas da verdade, da justiça e do amor fraterno. Ilumine Ele com sua luz a mente dos responsáveis dos povos, para que floresça neles e reine para sempre essa tão suspirada paz.”
É uma Encíclica de permanente validade, escrita por um Profeta para todos os tempos.
É hora de estudá-la e anunciá-la em defesa da PAZ e do Concilio Vaticano II.